O Dia Mundial do Animal foi celebrado na nossa biblioteca de uma forma muito especial.
Logo pela manhã, tivemos a presença do Dr. Miguel, veterinário da Câmara Municipal do Seixal, que conversou com os alunos do 6.ºD. Estes ficaram a conhecer os procedimentos a tomar para adotar um cão ou gato no canil ou gatil municipal, o que fazer para ser voluntário, algumas das doenças destes animais transmissíveis ao ser humano, entre outras coisas.
Um obrigado sincero ao Dr. Miguel
Depois foi a vez de visitar a exposição: O Meu Animal de Estimação / Favorito. Tivemos a participação de muitos alunos e alguns professores e funcionários que, através desta iniciativa, não queseram deixar de homenagear os seus amiguinhos de quatro patas.
Tivemos ainda a visita de dois pintainhos, o Rudolfo e o Valentim, nascidos no dia 30 de Setembro, numa incubadora, que fizeram as delícias de todos os presentes.Estas bolinhas de penas fazem parte de um projecto da EB1/JI de Miratejo e foram, gentilmente, emprestados por esta escola. A eles também os nossos agradecimentos.
O Professor Alcino Raposo do clube Rádio Escolar também ajudou, preparando a declamação de dois poemas sobre animais e de duas fábulas. Algumas alunas do 9.º ano fizeram as leituras que passaram na Rádio Escolar, ao longo de todo o dia.
Um trabalho muito interessante! Vale a pena ouvir! Ora oiçam.
Um Dia Muito Animal by Sílvia Rodrigues
terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
POEMAS DE SEGUNDA
DESENCONTRO - Carlos Rafael
Cansei-me de ti
Entristece-me perder o que nunca existiu,
mas não quero permanecer no que existe.
Dentro das muralhas da tua beleza
corre um rio de egoísmo
que já não consigo suportar.
Destruiste as margens da tolerância
e as águas começam já a inundar-me a dignidade.
Quem despejou esta arrogância na tua corrente?
És uma enxurrada violenta
que desagua no mar poluído da insensatez.
Tu, encanto interrompido pelo desnudar dos dias
que desenhou uma fé sombria nos meus sonhos
e incendiou de dor o horizonte.
Cansei-me de ti
Entristece-me perder o que nunca existiu,
mas não quero permanecer no que existe.
Dentro das muralhas da tua beleza
corre um rio de egoísmo
que já não consigo suportar.
Destruiste as margens da tolerância
e as águas começam já a inundar-me a dignidade.
Quem despejou esta arrogância na tua corrente?
És uma enxurrada violenta
que desagua no mar poluído da insensatez.
Tu, encanto interrompido pelo desnudar dos dias
que desenhou uma fé sombria nos meus sonhos
e incendiou de dor o horizonte.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
POEMAS DE SEGUNDA
Uns, com os olhos postos no passado,
Vêem o que não vêem; outros, fitos
Os mesmos olhos no futuro, vêem
O que não pode ver-se.
Porque tão longe ir pôr o que está perto-
A segurança nossa? Este é o dia,
Esta é a hora, este o momento, isto
É quem somos, e é tudo.
Perene flui a interminável hora
Que nos confessa nulos. No mesmo hausto
Em que vivemos, morreremos. Colhe
O dia, porque és ele.
Ricardo Reis
Vêem o que não vêem; outros, fitos
Os mesmos olhos no futuro, vêem
O que não pode ver-se.
Porque tão longe ir pôr o que está perto-
A segurança nossa? Este é o dia,
Esta é a hora, este o momento, isto
É quem somos, e é tudo.
Perene flui a interminável hora
Que nos confessa nulos. No mesmo hausto
Em que vivemos, morreremos. Colhe
O dia, porque és ele.
Ricardo Reis
quarta-feira, 15 de junho de 2011
POEMAS DE SEGUNDA
As mãos - Manuel Alegre
Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Poemas de Segunda
José Carlos Ary dos Santos - Canção de Madrugar
De linho te vesti
De nardos te enfeitei
Amor que nunca vi
Mas sei
Sei dos teus olhos acessos na noite
Sinais de bem despertar
Sei dos teus braços abertos a todos
Que morrem devagar
Sei meu amor inventado que um dia
Teu corpo pode acender
Uma fogueira de sol e de fúria
Que nos verá nascer
Irei beber em ti
O vinho que pisei
O fel do que sofri
E dei, dei...
Subscrever:
Mensagens (Atom)


