Eis um dos trabalhos enviados a concurso:
O BARNABÉ
Era uma vez um menino,
Um menino chamado Barnabé,
Era tão mau, tão mau
Que nos punha os cabelos em pé.
Era muito mal comportado,
Só criava confusão,
Era tão maroto que, por onde passava,
Parecia um furacão.
Um dia pregou-me uma partida,
Pôs-me de joelhos no chão
Fiquei tão furiosa
Que se ouviu o meu coração.
Pensei, pensei
Para arranjar uma solução,
E foi nesse momento
Que cheguei a uma conclusão.
Fui falar com ele,
Com toda a inspiração.
Disse-lhe o que queria
E ele calado ficou.
A partir desse dia tudo mudou.
Tornou-se um bom aluno,
Sabia tudo e respondia.
Tornou-se o melhor da turma,
E como amigo, toda a gente o queria.
Leonor Vilar
5ºC
Espaço de partilha e divulgação das atividades da BE da E.B. 2/3 de Corroios, concelho do Seixal, distrito de Setúbal
terça-feira, 4 de maio de 2010
Faça Lá um Poema
Por ocasião da comemoração do Dia Mundial da Poesia 2010, que se realizou no CCB no dia 21 de Março, o Plano Nacional de Leitura e o Centro Cultural de Belém, numa iniciativa conjunta, lançaram um desafio às escolas, convidando os alunos a participarem num Concurso de Poesia.
A NOSSA ESCOLA DEU ASAS À IMAGINAÇÂO E PARTICIPOU!
A NOSSA ESCOLA DEU ASAS À IMAGINAÇÂO E PARTICIPOU!
Poema dedicado ao escritor Agusto Carlos
Os alunos do 9ºB Ana Marques, Carrolina Correia, Pedro Teopisto e Rita Ribeiro dedicaram ao escritor Augusto Carlos o seguinte poema:
Tenho visto alguns debates
Sobre a Guerra Colonial
Mas só contam uma versão
Não é justo e fica mal.
P´ra tais debates são convidados
Pessoas com altas patentes
Os soldados ficam de fora
Mas foram eles os combatentes.
Sem eles não há história
De registos e acontecimentos
São testemunhos de quem viu
De quem estava nos momentos.
Talvez falta de coragem
Ou com medo de falar
Desde que seja verdade
Ninguém nos pode calar.
Nunca ouvi contar
As atrocidades do "inimigo"
Mas elas aconteceram
Eu vi e quem estava comigo.
Lá ficaram na sua terra
Entregues à sua sorte
Esquecidos e sem apoios
À espera que chegue a morte.
Escrevi estas quadras
P´ra que fiquem na memória
Do que foi aquela guerra
Acabou com pouca glória.
Hoje não há mais guerra
Não vai haver emboscada
Podemos andar na rua
De cabeça levantada.
Autor Desconhecido
Tenho visto alguns debates
Sobre a Guerra Colonial
Mas só contam uma versão
Não é justo e fica mal.
P´ra tais debates são convidados
Pessoas com altas patentes
Os soldados ficam de fora
Mas foram eles os combatentes.
Sem eles não há história
De registos e acontecimentos
São testemunhos de quem viu
De quem estava nos momentos.
Talvez falta de coragem
Ou com medo de falar
Desde que seja verdade
Ninguém nos pode calar.
Nunca ouvi contar
As atrocidades do "inimigo"
Mas elas aconteceram
Eu vi e quem estava comigo.
Lá ficaram na sua terra
Entregues à sua sorte
Esquecidos e sem apoios
À espera que chegue a morte.
Escrevi estas quadras
P´ra que fiquem na memória
Do que foi aquela guerra
Acabou com pouca glória.
Hoje não há mais guerra
Não vai haver emboscada
Podemos andar na rua
De cabeça levantada.
Autor Desconhecido
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Escritor Augusto Carlos
Carrinhos coloridos
Português Correcto
Desde o início do mês de Janeiro de 2010, a Biblioteca promove uma actividade sobre o uso correcto da Língua portuguesa. Quizenalmente é lançado um novo desafio: cada aluno tem de escolher a opção correcta e colocar a sua ficha numa caixa disponibilizada para o efeito.
Esta actividade tem vindo a contar com a participação crescente dos alunos.
Esta actividade tem vindo a contar com a participação crescente dos alunos.
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